Bariloche, cujo nome oficial é San Carlos de Bariloche, é uma cidade da Patagônia Argentina, localizada na Província de Río Negro, junto à Cordilheira dos Andes, na fronteira com o Chile. É o destino de neve mais conhecido da Argentina e amado por turistas brasileiros, que invadem a região na alta temporada, daí o popular apelido de Brasiloche.

 

A fundação da cidade deu-se em 1895, quando um imigrante alemão, Karl (Carlos) Wierderhold, criou ali um armazém. Em 1902, tornou-se a cidade de San Carlos de Bariloche. Sua arquitetura, principalmente na área central, lembra a de cidades alemãs e austríacas. A região proporciona paisagens inesquecíveis com suas imponentes montanhas e lagos, além de oferecer rica gastronomia, bares, casas noturnas e cassino.

 

Está rodeado por lagos (Nahuel Huapi, Gutiérrez, Mascardi) e montanhas, como o Cerro Tronador (3.354 metros de altitude, na fronteira com o Chile), o Cerro Catedral (movimentada estação de esqui) e o Cerro López.

 

O Nahuel Huapi é um lago argentino de origem glacial com 550 KM² situado a cerca de 700 metros acima do nível do mar a pouca distância da fronteira com o Chile. O lago se destaca por sua profundidade (a máxima alcança os 450 metros) e por suas sete ramificações ou braços: Campanario, de La Tristeza, Blest, Machete, del Rincón, Última Esperanza e Huemul.

 

É famoso, também, pela mudança de cores das suas águas: de um azul-turquesa intenso em dias ensolarados, para um tom prateado em dias nublados e quase negro em dias chuvosos. E quando quase não há vento, suas águas são como um enorme espelho que reflete os contrastes da natureza que o envolve. Possui várias ilhas, sendo a maior de todas e importante por sua atividade turística a Isla Victoria, com 31 KM².

 

A principal atividade econômica de Bariloche é o turismo. Além das montanhas onde se podem praticar esqui e snowboard destacam-se o Parque Nacional Nahuel Huapi, a travessia dos lagos andinos até o Chile, a Isla Victoria (no lago Nahuel Huapi), a região de El Bolsón (ao sul da cidade), a Colônia Suiza (em meio a bosques, na qual se situa um museu que conta a imigração suíça para a região) e os percursos turísticos chamados Circuito Chico e Circuito Grande, com paradas em vários pontos de onde se têm vistas panorâmicas dos bosques e montanhas ao redor da cidade. Seu comércio voltado para o turismo é principalmente de artigos de lã, couro e chocolates. Para os interessados em turismo de aventura, há opções de rafting, cavalgadas, parapente, ciclismo de montanha e kitesurfing.

 

Conheça essa cidade sempre linda e torne-se - assim como eu – Barilover!

 

Como Chegar: O meio de transporte mais fácil, prático e rápido é o avião. Porém, para se chegar até Bariloche é necessário antes fazer uma conexão em Buenos Aires. É importante lembrar que em Buenos Aires há dois aeroportos: um deles centralizado, o Aeroparque, e o outro, Ezeiza, distante 50 minutos da cidade. Se no seu caso, a chegada a BsAs for pelo aeroporto de Ezeiza e a partida pelo Aeroparque (a maioria dos voos com destino a Bariloche sai do Aeroparque), reserve um intervalo de, no mínimo, três horas entre um voo e outro a fim de garantir tranquilidade a sua viagem. Cias Aéreas: TAM, LAN e Aerolíneas Argentinas. Veja aqui o valor atualizado da corrida pelo Táxi Ezeiza.

 

Translado: O Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria, primeira pessoa a voar sobre os Andes, em 13 de Abril de 1918, é o único aeroporto existente na cidade e está situado a apenas 13 KM do centro de Bariloche. As formas de transportes existentes são: táxis (taxímetro), remises (preço tabelado), shuttles (vans compartilhadas) ou ônibus (a linha 72 funciona diariamente a partir das 06h40min até às 22h40min e passa pela Calle Moreno, no centro).

 

Moeda: A moeda local é o peso argentino, simbolizado por ARS. O lugar ideal para efetuar o câmbio paralelo em Bariloche é na rua principal, chamada Calle Mitre.

 

Cubierto: Serviço de mesa que muitos restaurantes costumam cobrar por pessoa, o pagamento não é facultativo e geralmente é um valor entre 05 e 30 ARS.

 

Propina: É a gorjeta dos garçons e geralmente não está incluída na conta. Após realizar o pagamento é que você deixa a propina para o garçom. Valor: 10% da conta.

 

Melhor Época: Quem pensa que a cidade deve ser visitada apenas no inverno, engana-se. É possível visitá-la o ano inteiro. Quando o branco da neve vai embora, Bariloche ganha infinitas cores da primavera, com tons de ocre, vermelho e marrom no outono e esbanja verde no verão.

 

Os meses mais quentes permitem muitas atividades ao ar livre, como caminhadas, rafting e passeios de bicicleta. No inverno, as temperaturas oscilam entre -10°C e 10°C, ideal para praticar esqui. O verão, com dias quentes e ensolarados, é perfeito para fazer trekking. O outono e a primavera trazem dias mais frescos e luminosos. 

 

Normalmente, a temporada de neve começa na metade de Junho e vai até o final de Setembro, mas a data exata varia a cada ano. O auge é mesmo Julho e Agosto. Se quiser evitar a invasão de turistas (em especial de brasileiros), opte pela segunda quinzena de Agosto, quando, além de tudo, os preços são mais baixos.

 

Verão – Ótimo para fazer belos passeios pelo Parque Nacional Nahuel Huapi e curtir a paisagem da travessia dos Lagos Andinos. Os preços de hotéis e restaurantes são atraentes e as temperaturas são amenas, mas podem chegar a quase 30°C em certos dias. É também uma boa época para quem curte esportes náuticos como windsurf, canoagem e kitesurfing, pesca e passeios a cavalo.

 

Outono – Belas folhagens em tons vermelhos e amarelos, boa chance de ver um céu muito azul e os passeios continuam bárbaros. Começa a esfriar conforme a noite chega.

 

Junho – É o início da temporada, há boa chance de pegar uma nevasca e o preço dos pacotes são interessantes.

 

Julho – Férias escolares no Brasil e na Argentina, crianças e adolescentes por todos os lados e preços nas alturas. Praticamente é o único mês disponível para quem viaja em família.

 

Agosto – As montanhas estão com boa cobertura de neve e o perfil do turista muda para casais em viagem romântica e esquiadores experientes. Vários estabelecimentos já fazem promoções e as agências oferecem preços convidativos, inclusive para hotéis de luxo.

 

Setembro – Por esta época já não há mais voos diretos a partir do Brasil (todos agora têm que fazer conexão via Buenos Aires) e a neve começa a rarear nas pistas mais baixas. A qualidade da cobertura também não é das melhores, com pouca neve seca. No entanto, os preços despencam.

 

Primavera – A neve derretida, os campos queimados pelo congelamento e as árvores sem folhagem não deixam a paisagem tão bela, mas flores dão o ar da graça. Muitos estabelecimentos já estão fechados.

 

Culinária: A gastronomia de Bariloche é bastante diversificada, mas seus pratos típicos são as carnes – de cervo, javali e cordeiro –, a truta e os fondues. Para os turistas, a principal porta de entrada nas iguarias locais costuma ser o chocolate, transformado em cartão de visitas da cidade argentina. Aqui você não escapa da parrillada, da empanada, do vinho malbec e dos doces de leite. Todavia, se quiser algo mais com a cara de Bariloche - e da Patagônia - há pequenas casas que servem trutas assadas, carne de cordeiro, pratos típicos alemães (um importante grupo de colonizadores da região) e o curanto, carnes especiais assadas dentro da terra, na Colonia Suiza. Paradas obrigatórias na chocolateria Mamuschka e na sorveteria Jauja. É terminantemente proibido deixar de visitar o Barrio Cervecero assim como não degustar as maravilhosas cervejas artesanais de Bariloche, uma vez que a cidade vem se consolidando como um importante polo cervejeiro.

 

Curiosidade: O nome Bariloche provém da palavra "Vuriloche", que na língua mapuche significa "povo de trás da montanha". Isto porque seus primitivos habitantes, os índios mapuches, eram originários do outro lado da Cordilheira dos Andes. A altitude menor dos Andes na região de Bariloche (em alguns casos, inferior aos 1000 metros, cobertos de bosques) permitiu aos mapuches migrarem há séculos do sul do Chile para a região da Patagônia Argentina.

 

Noite: A noitada em Bariloche – como em toda a Argentina – só começa mesmo depois das duas da manhã. É fácil ficar sabendo sobre a programação do que vai rolar à noite na cidade, pois tem sempre panfletos pelas ruas e nos albergues, principalmente de shows de pequenas bandas locais que enchem pequenas casas de show improvisadas.

 

Compras: No Centro Cívico de Bariloche é possível encontrar agências de turismo, bancos, bares, cassino, farmácias, lojas, mercados, padarias, restaurantes e muito mais. Tudo a uma distância confortável para fazer a pé. As lojas abrem geralmente das 10h00min às 21h00min, de Segunda a Sábado. Aos Domingos, nem todas as lojas ficam abertas e as que abrem funcionam das 10h00min às 13h00min e das 17h00min às 21h00min.

 

Alerta: Em período de muito movimento na cidade, que ocorre normalmente nos feriados, é comum faltar dinheiro no caixa eletrônico devido à alta demanda. Portanto, fique atento e se antecipe sacando o necessário logo que chegar à cidade.

 

Dica: Tente fechar um número máximo de passeios com uma única agência, assim a chance de conseguir um bom desconto aumenta consideravelmente.

 

Se preferir, veja o roteiro rápido ou as dicas gerais.

Cerro Otto

Bariloche, Quiero Estar Ahí!

Roteiro

 

 

Dia 01: Cerro Otto + Circuito Chico

 

Para dar início ao turismo em Bariloche, o melhor destino para as boas-vindas é o Cerro Otto. Todas as montanhas da cidade são chamadas de Cerros e o Cerro Otto é o mais próximo e o mais fácil de chegar. Situado a apenas 5 KM de Bariloche, o Cerro Otto fica aberto todos os dias do ano e oferece uma vista excepcional.

 

Outro aspecto positivo é o fato de ser totalmente dispensável o uso de carro ou táxi para se locomover até lá. Existe um ônibus gratuito - esquina Mitre com Villegas - que leva os turistas até o teleférico em um percurso de 15 minutos.

 

Nessa mesma esquina existe um quiosque de informações onde é possível consultar os horários dos ônibus e comprar o ingresso para o teleférico. Adquirir o bilhete com antecedência é uma boa opção, já que exclui a possibilidade de enfrentar fila para comprar o ingresso no local.

Dia 02: Puerto Blest y Cascada de Los Cántaros

 

O passeio começa por Puerto Pañuelo, navegando por cerca de uma hora pelo Brazo Blest, o mais importante dos sete que possui o Lago Nahuel Huapi. O trajeto no Brazo Blest, com suas águas azul-da-prússia, parece um fiorde, já que está cercado pelos cerros: Capela e Millaqueo. No trajeto é possível avistar a Ilha Centinela, lugar que está enterrado o Perito Francisco P. Moreno, criador dos Parques Nacionais.

 

Logo mais, chega-se a Puerto Cántaros. Subindo por uma trilha com escadarias e percorrendo a exuberante vegetação da Mata Valdiviana, chega-se até o Lago Cántaros. Após uma imperdível caminhada em uma trilha bordeada por uma escadaria é possível chegar à Cascada de Los Cántaros e de seus mirantes contemplar a beleza das quedas d’água.

 

Depois de uma curta navegação (5 minutos) chega-se a Puerto Blest, onde é possível optar entre visitar a área ou realizar um passeio pelo Lago Frías. Este último consiste em um percorrido de 03 KM de ônibus até Puerto Alegre, de onde se navega durante 20 minutos nas águas verdes e cristalinas do Lago Frías. Durante o trajeto, lindas paisagens, raras águas verdes vindas de um dos glaciares do Cerro Tronador e vista destacada para este Cerro.

 

Logo se realiza o percurso inverso rumo a Puerto Pañuelo, onde termina o passeio.

El Bolsón é um lugar tranquilo, rodeado por florestas, lagos e montanhas. A cidade tem uma rua principal e um pequeno centro com restaurantes, casas de chá e lojas de artesanato. Bastante conhecida por sua feira de artesanatos, El Bolsón encanta a todos por sua beleza e natureza, seja no inverno ou no verão.

 

Parque Nacional Lago Puelo, localizado a 18 KM de El Bolsón, é um dos mais belos da Patagônia. Recomendado para fazer passeios de barco e caminhadas pelas diferentes trilhas.

Dia 07: Cerro Catedral

 

Para finalizar o passeio com chave de ouro, não há atração melhor que o imponente Cerro Catedral, o maior complexo de esportes de neve de Bariloche e da América do Sul.

 

O acesso ao Cerro é por teleférico e dividido em duas etapas. Na metade do caminho, aonde chega o primeiro teleférico, há uma lanchonete; no alto, existe outra. O lugar tem pistas para todos os níveis de esportistas, desde os que estão começando nos esportes aos mais experientes. Mais do que um mero local para praticar esportes, o Cerro Catedral apresenta uma megaestrutura.

O acesso ao topo do morro é feito em um teleférico fechado, com capacidade para quatro pessoas, e mesmo antes de realizar o desembarque, a beleza da região já impressiona. Durante a ascensão pode-se observar a cidade, o lago e a cordilheira em sua totalidade e esplendor. O azul profundo do Lago Nahuel Huapi e as tonalidades verdes intensas do bosque se unem compondo uma paisagem encantadora.

 

No topo é onde se encontra a famosa Confeitaria Giratória. Os comentários giram em torno de o lugar ser muito turístico, a comida ser regular e o atendimento deixar a desejar. Fui, tomei um clássico chocolate quente e admirei a bela vista panorâmica. Gostei e acho que vale pelo visual e pelo fato original de ser giratório.

 

A área interna do Cerro conta também com uma pequena galeria de arte, boate e duas lojinhas para comprar lembranças. Se desejar tirar foto com os famosos cães São Bernardo, existe essa opção lá também, porém é necessário pagar à parte - 100 ARS.

Agências: Por conta própria, não é necessário agência.

 

Duração: Ao seu critério.

 

Valor: 300 ARS.

 

Dica: Opte pelo primeiro ônibus que sai às 10h00min e fique o tempo necessário lá em cima, não se esquecendo do próximo passeio, que será às 15h00min. Volte com antecedência para almoçar com tranquilidade e descansar um pouco.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio).

 

Nota: Antes de ir, procure se informar sobre as condições climáticas do dia, pois o teleférico pode fechar, por questões de segurança, devido à intensidade do vento.

À tarde, escolha fazer o Circuito Chico, um dos tours mais tradicionais da cidade. O trajeto de 65 KM percorre a costa do Lago Nahuel Huapi, visitando o Cerro Campanário, Aerosilla (adicional), Laguna El Trébol, Punto Panorámico, Bahía López, Capilla San Eduardo – que se localiza ao lado do clássico hotel Llao Llao, e Puerto Pañuelo – de onde saem os barcos para a Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes.

Agências: Muitas realizam o passeio. Recomendo a Antú Cuyén.

 

Duração: 09h00min às 13h00min ou 15h00min às 19h00min.

 

Valor: 280 ARS + 180 ARS Ingresso ao Cerro Campanário.

 

Alerta: Não se esquecer de levar água e lanche, por exemplo: sanduíche, fruta, barra de cereal, chocolate etc.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio).

Agência: Turisur.

 

Duração: 10h00min às 17h45min.

 

Valor: 780 ARS + 130 ARS Ingresso ao Parque Nacional Nahuel Huapi + 42,50 ARS Taxa de Embarque + 300 ARS Passeio Lago Frías (Opcional).

 

Alerta: Não se esquecer de levar água e lanche, por exemplo: sanduíche, fruta, barra de cereal, chocolate etc.

 

Dica: O valor da excursão não inclui o traslado do hotel ao porto. Existe a opção de contratar um transfer à parte, pela empresa, por 170 ARS. Se quiser economizar, há um ônibus comum (o número 20) que faz o mesmo trajeto por um preço bem mais em conta.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio).

 

Nota: Pode ser realizado o ano inteiro, independente do clima. Imperdível!

 

Observação: Passeio totalmente dispensável se o Cruce Andino estiver nos planos.

 

Sugestão: Pouco tempo depois da saída do catamarã, ilustres visitantes começam a surgir: as gaivotas. É o momento ideal para aproveitar a presença do fotógrafo profissional para tirar aquela foto marcante alimentando a ave. A foto é opcional já que terá que pagar para levá-la de recordação, caso tenha gostado, é claro. Se for do seu interesse, não perca essa oportunidade única!

Havendo tempo disponível, acredito que a melhor maneira de realizar o passeio seja alugando um carro, dessa forma poderá optar pelo bate-volta comum ou explorar melhor a região. Considere a possibilidade de se hospedar em um dos albergues ou campings existentes perto de alguns dos lagos a fim de aproveitar melhor o passeio. Não perca a oportunidade de fazer um piquenique em pelo menos um dos lagos enquanto aprecia - sem moderação - a paisagem. Passar uma noite em Villa La Angostura e/ou em San Martín de Los Andes, duas cidades encantadoras, deve valer muito a pena.

Para variar o cenário, o roteiro de volta a Bariloche é geralmente feito pelo Paso Córdoba. Interessante passar por Meliquina e Confluência (união dos rios Limay y Traful). Assim como visitar a Villa Traful e o Valle Encantado, onde é possível avistar estranhas figuras rochosas que por suas formas receberam denominações como “El Dedo de Dios”, “Centinela”, “Tren Expreso”, etc. Em seguida, retornar a Bariloche.

Acredito que a opção de pegar um ônibus não deva ser tão emocionante quanto às outras duas, mas fica ao seu critério.

 

A Rota dos Sete Lagos termina em San Martín de Los Andes, uma pequena cidade bastante agradável que já está sendo considerada a nova Bariloche. A 195 KM de Bariloche, o vilarejo à beira do Lago Lácar conta com a estação de esqui de Chapelco, o que tem atraído turistas interessados em fugir da agitação do Cerro Catedral.

 

O fato de ser menor garante um pouco mais de tranquilidade para quem decide se hospedar por lá, mas isso não significa que ofereça menos opções. Pelo contrário, de olho no aumento da procura, a prefeitura começou uma campanha entre os moradores para que os turistas sejam sempre bem tratados. E até as chocolaterias mais famosas de Bariloche já abriram filiais na cidade.

Agências: Muitas realizam o passeio. Recomendo a Antú Cuyén.

 

Duração: 08h00min às 20h00min.

 

Valor: 900 ARS.

 

Alerta: Não se esquecer de levar água e lanche, por exemplo: sanduíche, fruta, barra de cereal, chocolate etc.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio).

 

Nota: Algumas partes dos 110 KM desse passeio fecham por causa da neve durante o inverno. De Dezembro a Maio é a melhor época para fazer o passeio.

Dia 04: Isla Victoria y Bosque de Arrayanes

 

O passeio se inicia no Puerto Pañuelo, situado a 25 KM do centro de Bariloche e cujo visual ao redor já vale a viagem. Pouco tempo depois da saída do catamarã, ilustres visitantes começam a surgir: as gaivotas. É o momento ideal para aproveitar a presença do fotógrafo profissional para tirar aquela foto marcante alimentando a ave. A foto é opcional já que terá que pagar para levá-la de recordação, caso tenha gostado, é claro. Se for do seu interesse, não perca essa oportunidade única!

A navegação segue, primeiramente, em direção à ponta da Península de Quetrihue, porta de entrada para o cinematográfico Bosque de Arrayanes. Os Arrayanes têm uma altura de até 25 metros, cerca de 300 anos de vida e um caule que chama atenção devido a sua cor alaranjada com algumas manchas brancas.

 

A floresta é atravessada por uma trilha, onde você pode ver as árvores e apreciar a natureza. O bosque é tão lindo que faz você sentir que está em um conto. Tanto é assim que, segundo a lenda, este lugar teria sido a fonte de inspiração para Walt Disney na criação do cenário para o filme Bambi. Ao final do passeio, faz-se uma parada em uma casinha de chá bastante charmosa.

Depois de conhecer este lugar surreal, embarca-se novamente e navega-se até a maior ilha do Lago Nahuel Huapi, a Isla Victoria, famosa pela sua história sobre a chegada de alguns pioneiros na cidade e a introdução de espécies exóticas na Patagônia.

 

A Ilha abriga diversas espécies de plantas, de arbustos como o ñire, os ciprestes e as sequoias que podem ser apreciados através de uma curta trilha de 600 metros. Algumas trilhas populares são: Trilha de Interpretação "Antonio Pargade", Puerto Gross, Playa del Toro e Cerro Bella Vista. No verão, é possível banhar-se nas águas da Praia Del Toro ou tomar o teleférico até o Cerro Bela Vista, a 900 metros de altitude.

 

Em seguida, navega-se de volta ao Puerto Pañuelo, onde termina o passeio.

Dia 05: Cerro Tronador y Cascada Los Alerces

 

Cerro Tronador, localizado no Parque Nacional Nahuel Huapi, é um vulcão geologicamente ativo que se encontra na zona sul da Cordilheira dos Andes, na fronteira entre Chile e Argentina. Possui três picos (o Argentino, o Chileno e o Internacional), lagos como o Mascardi, Los Moscos e o Hess, o Vale Vuriloches, um bosque e a famosa geleira Ventisquero Negro, uma das poucas geleiras negras do mundo.

 

A nomeação se deve ao barulho semelhante ao trovão produzido pelos frequentes desprendimentos de gelo, fragmentado por importantes falhas em seus glaciares. Destaca-se pelos seus 3.554 metros de altura e separa dois parques nacionais, o Vicente Pérez Rosales, na província de Llanquihue, Chile e o Nahuel Huapi, em Rio Negro e Neuquén, Argentina.

 

O passeio começa em Bariloche e segue margeando os lagos Gutiérrez e Mascardi. Algumas paradas são realizadas em uma série de mirantes, onde é possível apreciar diferentes paisagens compostas por lagos, praias, montanhas, cachoeiras e vegetação típica de incrível colorido. A imagem fascinante é bastante representativa de toda a beleza da Patagônia.

A partir do mirante localizado na base do Cerro Tronador poderá obter uma vista do glaciar do Rio Manso. Depois é hora de visitar o belo Vale do Rio Manso e Pampa Linda, onde há uma área de camping e restaurantes para fazer uma parada na viagem.

 

Na excursão conhecerá o Ventisquero Negro, que, diferentemente dos demais glaciares, é escuro, por ser formado por gelo e barro; a Garganta do Diabo, uma cachoeira de desgelo beirada por elevadas paredes rochosas; entre outras várias belezas típicas do lugar.

 

A cachoeira ou cascata Los Alerces é uma variante da excursão para o Cerro Tronador. Ao invés de atravessar a ponte sobre o Rio Manso, prossegue-se no caminho ao longo do Lago Los Moscos e o Rio Manso, para chegar até o Lago Hess e, em seguida, atravessa-se o Rio Roca para terminar na Cascada Los Alerces. Anda-se os 300 metros restantes até o mirante da cachoeira, onde poderá ver o rio e os saltos entre as rochas. No caminho de volta, pode-se visitar a Villa Arelauquen e a Gruta da Virgen de las Nieves.

Agências: Por conta própria (carro alugado) ou agência.

 

Duração: 08h00min às 18h00min.

 

Valor: 740 ARS + 130 ARS Ingresso ao Parque Nacional Nahuel Huapi.

 

Alerta: Não se esquecer de levar água e lanche, por exemplo: sanduíche, fruta, barra de cereal, chocolate etc.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio).

 

Nota: É interessante fazer esse passeio principalmente no verão, que costuma ter mais dias de sol.

A temporada de inverno, que começa em 20 de Junho e finaliza em 30 de Setembro, é classificada em baixa, média e alta e divida da seguinte forma:

 

Baixa Temporada: 20/06 a 03/07

Média Temporada: 04/07 a 10/07

Alta Temporada: 11/07 a 31/07

Média Temporada: 01/08 a 04/09

Baixa Temporada: 05/09 a 30/09

 

Quem não quiser esquiar, poderá subir a passeio, para conhecer o Cerro Catedral, contemplar a paisagem e desfrutar dos restaurantes ao redor. Mesmo no verão, é preciso agasalhar-se bem para subir. No inverno, é indispensável o uso de roupas especiais para neve.

 

Na base do Cerro Catedral formou-se o bairro de Villa Catedral, onde há casas, lojas, hotéis e restaurantes.

Agências: Por conta própria ou agência.

 

Duração: 08h30min às 18h30min - Sábados.

 

Valor: 740 ARS.

 

Alerta: Não se esquecer de levar água e lanche, por exemplo: sanduíche, fruta, barra de cereal, chocolate etc.

 

Dica: Se quiser ir por conta própria, há um ônibus que custa 80 ARS, o trecho. As saídas de Bariloche são a partir das 07h00min e de El Bolsón até 20h00min. O percurso tem duração de 2 horas. Há a opção de ir de carro, também, caso tenha interesse em alugar um.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio).

 

Nota: Pode ser realizado o ano inteiro, independente do clima. Se a ideia de frio, neve ou esqui não te agradar, evite o inverno. A Feira Regional acontece as Terças, Quintas, Sábados, Domingos e feriados, das 10h00min às 17h00min, desde 1979.

Agências: Por conta própria ou agência.

 

Duração: 13h00min às 17h00min.

 

Valor: 370 ARS a 460 ARS.

 

Alerta: Não se esquecer de levar água e lanche, por exemplo: sanduíche, fruta, barra de cereal, chocolate etc.

 

Dica: Muitas agências oferecem o passeio, porém com duração reduzida. O valor cobrado é pelo transporte e pelo guia, não inclui o valor do teleférico, que deverá ser comprado na bilheteria do Cerro Catedral. É adequado para quem quer conhecer e passear, não para quem deseja esquiar. O ideal é fazer por conta própria e passar o dia curtindo as atividades do Cerro Catedral. Há ônibus que sai do centro com direção ao Cerro. Outra opção é ir de táxi ou carro alugado.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio). 

 

Nota: Esse passeio é interessante para ser feito principalmente no inverno. Se tiver interesse em fazer esquibunda, o ideal é comprar a prancha nas lojas antes de subir, pois no alto não vende. Se o objetivo for se aprofundar nos esportes, é mais vantajoso - financeiramente - comprar um passe que permita utilizar as pistas do Cerro Catedral por vários dias, ao invés de comprar o passe diário. Confira aqui a tarifa para 2015, pois os preços variam de acordo com o que será utilizado, com a quantidade de dias, com a idade etc.  Caso prefira, deixe para alugar o equipamento e a roupa de neve lá mesmo - os preços, porém, costumam ser um pouco mais altos do que na cidade.

 

Observação: Na entrada do Cerro Catedral, em um pequeno quiosque, não deixe de comer o pancho (cachorro quente) dos Rossenger, onde, além do pancho, o consomé (caldo, sopa) e o apfelstrudel (folhado de maça) são imperdíveis!

Atividades Extras

 

Adventure Center: Essa agência oferece opções como rafting, cavalgada, travessia de caiaque no Lago Gutiérrez, tirolesa, mountain bike, vôo de parapente, mergulho trekking e roteiros em veículos 4x4.

 

Canopy (Tirolesa Cerro López): Todos os dias. Translado com Tirolesa, das 09h00 às 12h45min, investimento de 800 ARS. Somente Tirolesa, das 10h00 às 14h00min, investimento 600 ARS.

 

Cavalgada Los Baqueanos: Uma atividade para quem deseja ter contato com a natureza em Bariloche. Os passeios a cavalo permitem uma imersão mais completa na cultura e na paisagem da Patagônia, percorrendo as estepes andinas, costeando lagoas de água cristalina e subindo em colinas e penhascos que ciclistas dificilmente alcançariam. Horário: 09h30min às 15h30min ou 12h30min às 18h30min. Investimento: 900 ARS. Inclui: Translado, café da manhã ou lanche e almoço.

 

Colônia Suiza: Localizado a 25 km de Bariloche, aos pés do Cerro López, esse vilarejo histórico do fim do século XIX abrigou os primeiros europeus que desembarcaram na região. Os descendentes dos imigrantes preservam o estilo rústico nas ruas de cascalho e nas casas de madeira. A Feira Regional de Artesanatos acontece as Quartas e Domingos, das 10h00min às 18h00min, todos os meses do ano. Decoradas de vermelho (a cor da bandeira da terra dos antepassados), as barracas dos moradores vendem cervejas, licores e chocolates artesanais, além de quitutes fresquinhos como tortas e empanadas. Vale a pena almoçar por lá para acompanhar o “curanto”, uma tradição das tribos polinésias de preparar a comida diretamente no chão, sobre pedras quentes. Em Bariloche, a família Goye, conhecida pela marca de chocolates finos, trouxe a tradição do Chile, onde viveu no final do século XIX, antes de imigrar para a Argentina. A mistura de cinco tipos de carne (lingüiça, matambre, frango, vazio e cordeiro), legumes, verduras e frutas cozidas na pedra, abafados por mantas grossas e terra durante uma hora e meia, tem um aroma único. A sequência de cinco pratos é servida no restaurante de Victor Goye com show de música regional. Existe uma linha de ônibus que sai do centro e vai até Colônia Suiza, é o número 10 da empresa Tres de Mayo. Para ver os horários, clique aqui.

 

Ice Bariloche: O Ice Bar é um lugar diferente para beber com os amigos. Vale a pena conhecer pela experiência de passar 25 minutos em um inusitado Bar de Gelo. Aberto todos os dias das 19h00min às 02h00min, na alta temporada funciona a partir das 17h00min. Localizado no famoso Hotel Panamericano - España, 476. Investimento: 150 ARS, com direito a um drink.

Praia: Lembre-se que as águas cristalinas do Nahuel Huapi são glaciais, formadas com a neve derretida das montanhas. Mas o frio não deve desencorajar os turistas. Em Bariloche, duas das praias com melhor estrutura são: Playa Bonita, a 8 km do Centro, em um cenário de ciprestes e araucárias, vizinha do restaurante La Playa, que serve parrillas o ano todo; e Playa Serena, a 12 km do Centro, próxima ao Hipódromo e à Cervezaria Blest, de produtos artesanais.

 

La Cueva – After Ski: Excursão que proporciona a experiência de dirigir quadriciclos e/ou motos de neve e de degustar um maravilhoso jantar dentro de uma caverna natural que foi adaptada para um restaurante. O passeio completo tem duração de aproximadamente 3 horas e o translado não está incluso. O horário de apresentação na cabana que se encontra na base do Cerro Catedral, perto do estacionamento e da Plaza Amancay, é às 16h00min. Investimento: 2.800 ARS, por pessoa. Indispensável o uso de roupa de neve.

 

Noche Nórdica: Um dos passeios mais famosos de Bariloche, que proporciona a experiência de dirigir quadriciclos especiais por uma trilha nevada e um jantar inesquecível. O refúgio fica a apenas 8 KM do centro da cidade. Ao chegar, é ensinado como pilotar o quadriciclo para depois conduzi-lo por uma trilha de 4 KM dento de um bosque nevado em uma das faces do Cerro Otto. São realizadas algumas paradas para tirar foto e uma para degustar um delicioso chocolate quente ao lado de uma fogueira. Em seguida, chega-se a uma simpática cabana, onde será servido o jantar. O passeio completo tem duração de 3 a 4 horas e o translado está incluso. Investimento: 2.900 ARS, por pessoa. Indispensável o uso de roupa de neve.

 

Refugio Neumeyer: O tour pelo Valle del Challhuaco inclui translado, caminhada até a Lagoa Congelada, almoço e uso de trenozinhos para fazer esquibunda. Ocorre das 09h00min às 16h00min, das 10h00min às 17h00min e das 11h00min às 18h00min. Investimento: 1.700 ARS, por pessoa. Não inclui bebidas. Indispensável o uso de roupa de neve.

 

Roca Negra: A excursão pelo Cerro López inclui translado, subida em 4x4 e caminhada com raquete de neve. Pode ser realizado pela manhã ou à tarde. Pela manhã ocorre das 10h30min às 17h00min e inclui tábua de frios, fondue de queijo e sobremesa. Não inclui bebidas e o investimento é de 1.500 ARS. À tarde, acontece das 15h00min às 20h30min e inclui bebidas quentes, frutas e fondue de chocolate. O investimento é de 1.900 ARS e ver o entardecer do alto da montanha não tem preço. Indispensável o uso de roupa de neve.

Cerveja

 

Famosa pelas montanhas nevadas, pelas estações de esqui e pelo chocolate delicioso, Bariloche vem se consolidando também como um importante polo cervejeiro. A cidade conta com 15 cervejarias, onde é possível degustar cervejas acompanhadas de petiscos, como a La Cruz, Blest e a Cervecería Gilbert. É possível também experimentar as marcas regionais nas imediações da sede do Club Andino, na região central, onde existem dez bares especializados em cerveja regional.

 

A cerveja artesanal é fabricada na região, há um século, desde a chegada dos imigrantes europeus que trouxeram suas receitas e as adaptaram à matéria-prima encontrada no local. Atualmente, Bariloche abriga produtores cervejeiros que contam com sua marca própria como Blest, Berlina, Yeska, Konna, Prosit, Gilbert, La Cruz, Dos Monjes, Manush, Diuka, Bachmann e até a tradicional marca chilena Kunstmann já abriu sua própria fábrica, em frente ao lago, na Playa Bonita.

 

As opções são enormes. No centro existe um setor chamado de Bairro Cervejeiro, onde se encontram concentrados os principais “pubs”. Alguns deles são: Manush, Antares, Ruta 40, Vikingos, Konna, Santino, Bachmann, Yeska. Saindo do centro, na Av. Bustillo, se encontram a chilena Kunstmann, La Cruz, Blest e Berlina, estas últimas duas são as maiores fábricas de cerveja artesanal de Bariloche.

 

Uma boa pedida é ir a Bariloche na Semana da Cerveja artesanal, mais conhecida como "Beer Art", que acontece na Província de Rio Negro. Além da oportunidade de provar os mais variados tipos de cerveja produzida na região, os fabricantes ainda darão cursos aos frequentadores de como apreciar a bebida e ter sua própria produção. Clique aqui e saiba mais.

Bares / Cafés / Restaurantes em Bariloche

 

Almazen de Sabores: Fica a aproximadamente 20 minutos do centro e possui ótimas avaliações. Lugar pequeno e agradável. Uma joia escondida. Funciona a partir das 20h30min. Fechado as Terças. Pagamento em espécie. Localizado na Los Radales, 667, Dina Huapi.

 

Alto El Fuego: A qualidade da carne é tanta que conseguiu o 2º lugar no TripAdvisor. Direção: 20 de Febrero, 451.

 

Bahía Serena Restaurante: Famoso pelas massas caseiras e pela vista espetacular. Bom para ir durante o dia e à noite também. Um jantar romântico casa muito bem com o ambiente. Está situado na Av. Bustillo, 12275. 

 

Bellevue Salón de Té & Queso Pan y Vino: Com uma paisagem memorável, foi classificado como o paraíso. O lugar é único, encantador e espetacular. Localizado na Av. Bustillo, 24600, Llao Llao.

 

Butterfly: Esse é um restaurante exclusivo, com poucas mesas e que necessita de reserva. Há quem ache que a experiência não vale o investimento. Leia os comentários positivos e negativos clicando aqui. Direção: Hua Huan, 7831.

 

Casimiro Mountain Bar & Resto: Magníficas recomendações! Distante, entretanto fabuloso, bárbaro e impressionante! Está situado na Ruta 40, KM 2028.

 

Casita Suiza: Restaurante de pousada com o mesmo nome. Pequeno e aconchegante. Fondue de queijo delicioso e prato de carnes grelhadas na pedra sensacional. Para sobremesa nada melhor que um crepe de doce de leite. Necessário reservar. Localizado na Quaglia, 342.

 

Cassis: Muito bem avaliado, por isso ficou em 3º lugar no TripAdvisor. Belo e sofisticado, é ideal para uma noite romântica. Há quem ache que a experiência não vale o investimento. Leia os comentários positivos e negativos clicando aqui. Direção: Ruta 82, KM 6500, Villa Lago Gutiérrez.

 

Cervecería Blest: Lugar diferente, único e especial. Muito bem recomendado para almoço. Happy Hour, todos os dias, das 18h00min às 20h00min. Está situado na Av. Bustillo, 11600.

 

Cervecería Manush: Lugar animado, descontraído e divertido, com cervejas e chopps sensacionais. Experimente a degustação de onze tipos de cerveja da casa. Happy Hour, todos os dias, das 17h30min às 20h00min. Localizado na Neumeyer, 20.

Del Turista: Chocolateria famosa na Av. San Martin, 252. Fiquei sabendo que o alfajor de mousse de chocolate é maravilhoso. Como adquiri esse conhecimento depois de ter voltade de Bariloche, aceito um de presente para experimentar. Aliás, dois: um para mim e outro para a pessoa que contribuiu com a indicação. Nada mais justo, risos!

 

Días de Zapata: Ambiente aconchegante e divertido. Ideal para saborear uma boa comida mexicana. Direção: Morales, 382.

 

El Boliche de Alberto: Restaurante imperdível em Bariloche! Famoso pelas carnes... Bife de Chorizo e Ojo de Bife excelentes! Há três restaurantes com esta marca dentro da cidade – dois de carnes, o Parrilla, e um de massa, o Pastas (melhor lasanha). Está situado na esquina de Frey y Mitre, 601.

 

El Patacón: Apesar do preço um tanto elevado, o restaurante é confortável, o ambiente é adorável e a comida é ótima. Localizado na Av. Bustillo, 7000.

 

Família Weiss: Um dos mais tradicionais de Bariloche, entretanto os comentários dizem que o restaurante já foi melhor. A única coisa que permanece inalterada é a vista, que continua belíssima. A especialidade é a truta. Há também cervo, javali etc. Direção: Valte O’Connor, 401.

 

Friends: AMEI! Ambiente agradável, decoração criativa, cardápio variado, atendimento excelente e comida maravilhosa. Indicado para lanches, nachos, pizzas e cervejas. Está situado na Mitre, 300.

 

Helados Jauja: Parada obrigatória em Bariloche! Localizado na Perito Moreno, 48.

 

Holly Resto Bar: Lugar incrível, vista fantástica, ambiente aconchegante e comida excelente. Ideal para café da manhã e almoço. Direção: Juan Manuel de Rosas, 435. 

 

Il Gabbiano: Um restaurante italiano diferenciado, fino, romântico e requintado. Atendimento impecável e opções variadas. Não deixe de visitar a adega subterrânea. Está situado na Av. Bustillo, Llao Llao.

 

Kandahar: Charmoso e com boas recomendações. Localizado na 20 de Febrero, 698.

 

Konna Bar: Ideal para comer pizza e tomar cerveja artesanal. Direção: Juramento, 73.

 

La Andinita: Não perca os churros com doce de leite!!! Mitre, 56.

 

La Fonda del Tio: Indicado pelos locais devido ao ótimo custo benefício. A especialidade é o Filé à Parmegiana e o sorvete, também, é muito bem avaliado. Está situado na Mitre, 1130.

 

La Marca: Restaurante razoável. Localizado na Pasaje Urquiza, 230.

 

La Marmite: Um restaurante bom para comer fondue de queijo, se você não for muito exigente. Talvez os outros pratos sejam até mais interessantes que o próprio fondue. Direção: Mitre, 329.

La Masia: Classificado como simples, exclusivo, romântico e aconchegante. Ambiente charmoso, comida saborosa, restaurante pequeno, excelente para um jantar romântico. Necessário reservar. Está situado na Av. Bustillo, 23425, Llao Llao.

 

Las Morillas: Vale a visita. Localizado na Av. Bustillo, 7690.

 

La Salamandra Pulperia: Conquistou o 1º lugar no TripAdvisor. Excelente atendimento, comida magnífica e ambiente aconchegante. A especialidade da casa é carne. Não deixe de prová-la. Necessário reservar. Direção: Av. Bustillo, 5818.

 

La Trattoria della Famiglia Bianchi: Há restaurantes melhores, pode ser que a visita valha a pena ou não. Só conferindo para dar sua opinião. Está situado na España, 590. Mire, 240.

 

Mamuschka: Chocolateria im-per-dí-vel. Tudo di-vi-no! Localizado na Mitre, 298.

 

Nebbiolo: Reconhecido pela espuma de queijo, carnes e as massas, o restaurante conta com ótimas indicações. Direção: Palacios, 156.

 

Paila-Co: Casa de chá muito bem recomendada. Apesar da distância, o lugar, o atendimento, os chás e as tortas são impecáveis. Funciona das 16h00min às 19h00min. Aberto todos os dias de Janeiro, Fevereiro e Julho. De Quarta a Domingo, nos demais meses. O pagamento é somente em espécie. Está situado na Av. Campanario, KM 3800, Península San Pedro, E Bustillo, KM 20,4.

 

Punto Panorâmico (Mirador & Bar): Com uma vista excepcional, o lugar é recomendado pelo delicioso waffle com doce de leite. Além dos deliciosos waffles, há também chocolate quente, café, vinho, cerveja, pizza, lanche etc. Localizado no KM 77, Ruta Provincial, 23000.

 

Rapa Nui: Há quem prefira essa chocolateria à Mamuschka. É uma escolha difícil, por isso eu prefiro ficar com as duas. O chocolate é maravilhoso. O sorvete, muito saboroso. O milk shake faz muito sucesso também. Direção: Mitre, 202.

 

Stag El Restó de Charming: O restaurante funciona dentro de um hotel e possui uma vista espetacular. Comida e atendimento, bons. Está situado na Av. Bustillo, KM 7500, Huan Huan, 7549.

 

Winter Garden Llao Llao: Um lugar especial dentro do melhor hotel de Bariloche. Muito luxo e glamour! Indicado para tomar o famoso chá das 17h00min. Uma experiência inesquecível. Necessário reservar. Localizado na Av. Bustillo, KM 25.

 

Yuco: Sofisticado, requintado e de ótima qualidade. Vista fabulosa. Não perca o Creme Brulée de doce de leite. Direção: Av. Bustillo, KM 23600, Calle Monet, 306.

Noite

 

A noitada em Bariloche - como em toda a Argentina - só começa mesmo depois das duas horas da manhã. Os locais sugeridos são:

 

By Pass: Desde a sua inauguração em 1983, By Pass tem sido uma das danceterias preferidas pelos moradores e turistas. Os rumores são que a By Pass está para Bariloche assim como a Torre Eiffel está para Paris. Não tem como ir a Bariloche e não assistir ao show de lasers da casa noturna. Aqui, o paraíso existe e você está nele.

 

Cerebro: Foi inaugurada em 1980, sendo a mais tradicional boate de Bariloche. Possui decoração vanguardista e duas áreas de dança: The Main Room, com música rock e pop; Club Disco House, espaço ideal para curtir músicas do gênero House.

 

Genux e Club Pacha: Com uma estrutura luxuosa e futurista, Genux conta com três pistas de vidro e 150 metros de passarelas suspensas, um som excepcional combinado com a mais avançada tecnologia em iluminação, laser e efeitos especiais. Clube Pacha as Sextas na Genux.

 

Grisu: Localizada à beira do lago Nahuel Huapi, Grisú possui uma vista privilegiada que permite a contemplação de lindos amanheceres. Além disso, conta com seis andares que oferecem ambientes diferentes, onde você passará ótimos momentos. Dentro, a arquitetura e a decoração remetem a uma mina de carvão já que grisu é um gás tóxico encontrado nestes locais.

 

Pilgrim: Pub irlandês com todo tipo de cerveja e chopp feitos artesanalmente na região. Duas cervejas bem recomendadas no local são a Blest Stout e El Bolsón, de onde saem os melhores chopps da casa - como o tradicional chopp de framboesa. Palacios, 167.

 

Roket Disco: Possui uma estrutura impressionante, com cinco níveis, três áreas com diferentes estilos musicais, cinco bares, área VIP, som digital, iluminação inteligente e laser.

 

Trésor Casino: Conta com mais de 500 caça-níqueis em suas três salas de jogos localizadas em diferentes localizações da cidade. Você poderá jogar roleta, pôquer, Black Jack, dados, bacará, caça-níqueis e roleta eletrônica entre muitos jogos mais. Oferece um exclusivo serviço de gastronomia e espetáculos ao vivo todos os dias. Av. San Martín, 535.

 

Wilkenny: É aqui onde a festa começa. Wilkenny é o pub de encontro antes de ir para as boates. Como o pub é irlandês, não deixe de pedir uma Guinness para sentir o gosto irlandês de Bariloche. Todos os dias bandas cover de rock se apresentam. San Martín, 435.

Espero que tenham gostado... Boa viagem e até a próxima!

Bariloche
Cerro Otto
Cerro Otto
Cerro Otto
Cerro Otto
Cerrto Otto
Cerro Campanário
Bahía López
Lago Nahuel Huapi
Puerto Blest
Cascada de Los Cántaros
Mapa: Ruta de Los Siete Lagos
San Martín de Los Andes
Cerrto Tronador
Cerro Tronador
Ventisquero Negro
Ventisquero Negro
El Bolsón
El Bolsón
Cerro Catedral
Cerro Catedral
Parapente
Ice Bariloche
La Cueva - After Ski
Cerveza Artesanal
Cervecería Manush
Mamuschka
Bariloche
Puerto Blest

Dia 03: Ruta de Los Siete Lagos + San Martín de Los Andes

 

A rota para San Martín de Los Andes é uma das mais lindas da Patagônia. É conhecida como a Rota dos Sete Lagos, porque atravessa sete diferentes lagos: Espejo, Correntoso, Escondido, Villarino, Falkner, Machónico e Lácar. O passeio é pela célebre Ruta Nacional 40 e tem duração de um dia.

 

São três as opções para se chegar a San Martín de Los Andes: reservar uma excursão, alugar um carro ou pegar um ônibus.

 

Optei pela excursão devido ao pouco tempo que tive na cidade. Essa é uma opção prática, porém rápida, já que se trata apenas de um bate-volta em San Martín de Los Andes. Ao longo do caminho existem diversas paradas em diferentes mirantes para apreciar a esplêndida paisagem.

Lago Espejo
Lago Escondido
Lagos Villarino y Falkner
Lago Machónico
Lago Lácar
San Martín de Los Andes
Patagônia
Bosque  de Arrayanes
Bosque de Arrayanes
Isla Victoria
Isla Victoria

Agências: Cau Cau e Turisur.

 

Duração: 10h30min às 17h00min ou 14h00min às 18h30min.

 

Valor: 780 ARS + 130 ARS Ingresso ao Parque Nacional Nahuel Huapi + 42,50 ARS.

 

Alerta: Não se esquecer de levar água e lanche, por exemplo: sanduíche, fruta, barra de cereal, chocolate etc.

 

Dica: O valor da excursão não inclui o traslado do hotel ao porto. Existe a opção de contratar um transfer à parte, pela empresa, por 170 ARS. Se quiser economizar, há um ônibus comum (o número 20) que faz o mesmo trajeto por um preço bem mais em conta. A terceira opção é combinar esse passeio com o Circuito Chico, fazendo o Circuito Chico pela manhã e a Isla Victoria à tarde. A última parada do Circuito Chico, antes de Bariloche, é no próprio Puerto Pañuelo.

 

Lembrete: Usar roupas e sapatos confortáveis. Não se esquecer de levar casaco impermeável (em caso de chuva), óculos escuros, protetor solar, protetor labial, luvas, gorro e cachecol (em caso de muito frio). No verão, levar traje de banho!

 

Nota: Pode ser realizado o ano inteiro, independente do clima. Nos dois horários são feitos os mesmos recorridos, a diferença é que no mais longo a permanência na Ilha é maior. Sobre os comentários, há quem ache o passeio menor bastante corrido e o maior um pouco entediante.

 

Observação: O Bosque de Arrayanes está entre os nove bosques mundiais que parecem encantados. Clique aqui e veja a lista completa.

 

Sugestão: A empresa CAU CAU oferece duas opções, o bilhete normal e o bilhete VIP. Soube que o VIP vale super a pena, pois, além do espaço mais confortável, com área reservada no segundo andar do barco, são servidos lanches e bebidas incluídos no valor. VIP: 340 ARS, extra.

Patagônia

Dia 06: El Bolsón y Lago Puelo

 

El Bolsón está localizada a 120 KM da cidade de San Carlos de Bariloche, entre as províncias de Río Negro e Chubut, em um vale de origem glacial e moldurada pelo imponente Cerro Piltriquitrón e o rio Quemquemtreu.

 

Uma cidade pequena, simpática e pacata que, na década de 60, foi reduto de hippies, que se instalaram na região para viver em comunidade. Hoje, El Bolsón possui múltiplos atrativos.

 

Cada época do ano tem seus encantos. No inverno, as ladeiras nevadas do Cerro Perito Moreno permitem a prática do esqui. No verão, a pesca, a cavalgada, o trekking, o parapente, os passeios lacustres e outros esportes náuticos como o surf e o rafting são as principais atividades.

 

O Cerro Piltriquitron é uma das maiores atrações da cidade, além das visitas às chácaras especializadas no cultivo do lúpulo, frutas finas, verduras orgânicas e lácteos. Seus habitantes vivem do turismo, cultivo de frutas e legumes de forma orgânica, fabricação de doces, chocolates e cervejas. A cidade, além de ser responsável por produzir algumas das melhores cervejas artesanais da argentina, é também a capital do lúpulo, por ser a maior produtora desse ingrediente que dá o sabor especial à cerveja artesanal.

El Bolsón
Lago Puelo
Cerro Catedral
Roca Negra
El Boliche de Alberto
By Pass